Grupo Bárbaras

O Grupo Bárbaras, cujas atividades aconteceram nos anos de  2008 e 2009, foi uma experiência musical bem interessante, por ser um trio vocal feminino.

O trio era formado por três cantoras: Angélica Luna, Lia Veras e Shirley Diógenes. Ler mais

Grupo vocal Macho pero no mucho

Entrei no Grupo vocal macho pero no mucho em 1998 e permaneci no grupo por pouco tempo, pois logo saí em 1999, por ocasião da minha entrada no mestrado em música, no final do mesmo ano.

O Grupo macho pero no mucho

Conheci o grupo pelo que as pessoas falavam.

x

x

Coral da Universidade Federal do Cariri – UFCA

O Coral da Universidade Federal do Cariri - UFCA foi criado em 2010, portanto, no mesmo ano de criação do Curso de Música da mesma Universidade.

Inicialmente o grupo chama-se Coral da UFC - Campus Cariri, tendo em vista que, naquela época, a atual Universidade era um campus avançado da Universidade Federal do Ceara´-UFC.

O grupo funcionava como uma "atividade de extensão" e não era o mesmo coral das disciplinas do curso de graduação em música, pois era um grupo que permitia a participação de pessoas da comunidade acadêmica e também do público externo. Anualmente, havia uma seleção no início do ano para novos integrantes.

Os regentes do Coral da UFCA

Criei o Coral da UFCA em 2010 e estive a frente do grupo, como regente e orientador vocal até 2016.

Em 2017, dividi ambas as funções com o maestro Renato Brito, professor da UFCA. Já em 2018, devido ao seu afastamento para cursar doutorado, dirigi o coral neste ano.

Já em 2019, por motivos profissionais de ambos, o coral ficou desativado.

O coral retomou as suas atividades em 2020, com o maestro Renato Brito a frente do grupo.

O repertório do Coral da UFCA

O Coral da UFCA, na maior parte das vezes, dedicou-se a um repertório de Música Popular Brasileira, principalmente no período em que estive a frente do grupo.

 

Os recitais apresentados pelo grupo

A maioria dos integrantes do Coral da UFCA é estudante da Universidade, por este motivo, caracteriza-se como um grupo universitário, embora tenha integrantes da comunidade externa também.

Embora alguns permaneçam no grupo desde o início da sua fundação, há certa rotatividade, e o grupo se renova a cada ano. Por este motivo, os recitais são projetos anuais.

O grupo já realizou vários recitais, tais como: Canções do palco brasileiro, Caymmos no samba, Nós, a primavera e a música, Percursos musicais, Regilberto, Os meninos gigantes e A menina Ana do Cariri.

Grupo Carme

Grupo Carme ou Grupo Vocal Carme

Grupo Carme

O Grupo Carme foi criado por mim, na cidade de Fortaleza, Ceará, no ano de 1998.

Vou contar esta história. Vamos lá!

Comecei a cantar em coro no ano de 1993, mais especificamente no Coral do Diretório Central do Estudantes - DCE da Universidade Federal do Ceará - UFC. E, apesar de cantar no coro, há quase cinco anos, tinha vontade de integrar um grupo vocal. O resultado foi a criação do Carme.

E o que é significa Carme?

Bem, Carme significa "qualquer composição poética; poema, canto verso." Pode ser também "a voz (ou parte) mais aguda de uma composição". Então, isso é Carme.

Integrantes do Grupo Carme

No início, integravam o grupo Eduardo Mendes (piano), Marcio Mattos (barítono), Roger Sherman (tenor), Vera Barros (contralto) e Vídia Tavares (soprano). O Carme era um quarteto vocal com acompanhamento instrumental harmônico.

Em pouco tempo preparamos um show completo, com músicas do cantor e compositor Cazuza. A apresentação aconteceu no Teatro do IBEU-Aldeota. O show mesclava solos, com músicas a duas, três e quatro vozes.

Com a saída da soprano Vidia Tavares (que passou a integrar a Banda Matruz com leite), algumas outras cantoras ingressaram no grupo (Naiana Caracas, Karine Café e Simone Sousa), porém, ficaram pouco tempo.

Depois de algumas tentativas, finalmente, conseguimos uma nova soprano. Angélica Luna acabou ocupando a vaga, permanecendo até o final do grupo, em 2006. Angélica Luna havia participado de vários corais, em Fortaleza, inclusive do Coral Seios da Face, do qual foi regente de 1997 a 2001.

O segundo a deixar o Carme foi o pianista Eduardo Mendes, que na ocasião passou a se dedicar a Banda W7. Posteriormente, com a saída de Vera Barros, o grupo passou a contar com a Paula Santos (contralto), que é médica.

Em seguida, Roger Sherman deixou o grupo para dedicar-se a outras atividades e a vaga foi ocupada pelo cantor Glairton Santiago (tenor).

Finalmente, Paula Santos saiu e entrou em seu lugar a cantora Cristina Nogueira (contralto).

O grupo encerrou suas atividades, em 2006, com a seguinte formação:

Angélica Luna (soprano), Cristina Nogueira (contralto), Glairton Santiago (tenor) e Marcio Mattos (barítono).

O repertório do Grupo Carme

O Grupo Carme cantava, basicamente, música popular brasileira.

Aqui na página estão disponíveis quatro vídeos de uma apresentação realizada pelo Grupo Carme durante a SEMANA UNIVERSITÁRIA da Universidade Estadual do Ceará - UECE, em 21 de novembro de 2001. O grupo fez esta apresentação juntamente com o Quarteto Marimbanda, cujos integrantes, naquela época era: Heriberto Porto (flauta transversal), Ítalo Almeida (piano), Aroldo Araújo (contrabaixo elétrico) e Luizinho Duarte (bateria).

A música Nada pra mim, de John Ulhoa foi uma aposta do Grupo Carme. Nunca havíamos cantando uma música do repertório da cantora Ana Carolina. Essa música, na época, fiz muito sucesso. Fiz o arranjo dessa música para que o grupo cantasse de forma muito tranquilo.

É um arranjo fácil. O vídeo abaixo é de uma apresentação com o Quarteto Marimbanda.

O arranjo da música Linha do Equador foi uma espécie de encomenda. O Roger Schermman, o tenor do grupo na época, estava cantando esta música antes do ensaio e acabou sugerindo, já que gostava muito do Djavan. Apesar da música ser de autoria do Caetano Veloso, o Roger gostava da interpretação do Djavan.

Por isso, inclusive, que a melodia original da música está praticamente toda na linha de voz do tenor.

A música Tears in heaven é uma canção do guitarrista e compositor Eric Clapton. Fiz o arranjo porque gostava de tocá-la e acredito que poderia soar bem, em um arranjo a quatro (4) vozes.

O resultado a seguir pode ser conferido com o Grupo Carme.

Óia eu aqui de novo ficou bastante conhecida na voz de Luiz Gonzaga, apesar de não ser uma composição sua.

O arranjo de Óia eu aqui de novo apresenta um certo nível de dificuldade. Então, não é para grupos iniciantes. A melodia original da música passar por todas as vozes.